SA15 Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental, Bragança, 2003, concurso por convite
Carlos Sant’Ana com Frederic Guillaud, Vicki Lenz, Mathilde Felix-Faure, Helga Constantino
Uma jogada estratégica é feita para libertar o solo, permitindo uma continuidade no Parque do Rio Fervença. As pessoas fluem continuamente neste novo espaço público. O CMIA articula e controla. A diferença entre o programa pedido e o proposto é consequência de uma leitura crítica do conceito de museu integrado na estrutura do CMIA. Propomos uma fusão, onde o espaço de exposição é difuso mas funcionalmente integrado. a configuração radial resulta da necessidade de maximizar a segurança enquanto minimizamos o número de funcionários. A área de recepção torna-se importante, e consequentemente conquista mais área. A sala de exposições é multi-funcional e a café é um espaço de descanso. O edifício faz parte da paisagem.
download PDF1.2 (5.7Mb) PDF2.2 (4.8Mb)
imagem :1 : 2 :3 : desenho :1 : 2 :3: conceito
|