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SA51 Museu Imaterial Café,
Badajoz, 2006
Carlos Sant’Ana e Isabella Rusconi com Inês Melo
Torna-se agora necessário reafirmar a individualização
—ou a excepcionalização— como factor de
vantagem competitiva dos novos Museus numa nova estratégia
de mercado, cujo fim máximo é o envolvimento dos utentes,
sem o que a própria existência da instituição
seja posta em causa. É hora de procedermos a uma abertura
das instituições culturais à sociedade e entender
a arte como uma visão transversal e multi-material do mundo
onde está inserida. Que oportunidade única podemos
oferecer? Que diferenciação temos face à concorrrência?
Que relação com a cidade e as suas pessoas? São
as respostas a estas questões que podem desenhar um conceito
para o Museu do Futuro.
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